Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher

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A luta por melhores condições de saúde para as mulheres tornou-se universal com a criação do Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher, em 1984, durante o IV Encontro Internacional Mulher e Saúde, na Holanda. Desde então, assuntos ligados ao bem-estar de mulheres o mundo inteiro, incluindo a prevenção à doenças comuns na vida delas e à mortalidade materna têm sido discutidos pela sociedade para que políticas públicas assistenciais que garantam sua saúde sejam implementadas.

Dados importantes

A Agência Nacional de Saúde Suplementar informa que as principais doenças que atingem as mulheres no país são endometriose, câncer do colo do útero, infecção urinária, câncer de mama, depressão, obesidade e fibromialgia.

Maioria em números

No Brasil, 51% da população é formada por mulheres, de acordo com o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como atender todas

Os cuidados com a saúde da mulher devem ser redobrados, já que além de representarem a maioria da população, elas também crescem no papel de chefes de família, sendo a única fonte de renda dos seus lares. As responsabilidades com filhos, trabalho e casa pode ser desgastante e por isso é tão importante que elas recebem suporte em saúde para a realização de exames rotineiros, a fim de manter sua saúde e dar acesso rápido a tratamentos.

Saúde suplementar

Em 2019, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), destacou que o número de mulheres titulares de planos de saúde segue uma taxa de crescimento, sendo 53,3% dos beneficiários pertencentes ao sexo feminino.

Os cuidados com a saúde da mulher devem incluir medidas de prevenção e a facilitação do acesso à saúde para elas. No que tange o setor público, desenvolver propostas de implementação de uma política que acompanhe essa mulher desde a infância, oferecendo informação e tratamentos para que ela possa desenvolver-se com saúde, prevenindo riscos.